Resumo da audiência em Caldas Novas
Na quarta-feira (6), a Justiça em Caldas Novas ouviu testemunhas no caso da corretora Daiane Alves de Souza, morta pelo síndico do prédio onde residia. A sessão, conduzida pela juíza Vaneska da Silva Baruki, reuniu familiares da vítima e do acusado, além dos delegados que investigaram o crime.
O que foi relatado durante a instrução
A audiência teve duração aproximada de sete horas, segundo declarou o advogado da família da vítima, Lucas Xavier, em razão da complexidade dos depoimentos e das provas apresentadas. Entre os relatos trazidos ao processo estão informações sobre o histórico de conflitos entre Daiane e o síndico, o qual envolvia a administração de seis apartamentos da família da vítima.
Testemunhas ouvidas
- Familiares da vítima
- Familiares do acusado, Cleber Rosa de Oliveira
- Delegados responsáveis pela investigação
Os depoimentos buscaram esclarecer detalhes sobre os desentendimentos que antecederam o crime e confirmar a cronologia dos fatos indicada pela investigação policial.
Confissão, localização do corpo e laudo pericial
Cleber Rosa de Oliveira permanece preso e confessou o crime ocorrido em dezembro de 2025. Ele indicou à Polícia Civil o local onde deixou o corpo de Daiane, que foi encontrado em área de mata a cerca de 15 quilômetros da cidade.
Conforme o laudo da Polícia Científica, a vítima foi atingida por dois tiros na cabeça na noite de 17 de dezembro de 2025. Esses elementos constam nos autos e foram objeto de atenção nas oitivas realizadas na audiência.
Prova digital e indícios de premeditação
O delegado João Paulo afirmou que a recuperação de um vídeo gravado pela própria corretora foi determinante para a investigação. Segundo a autoridade policial, o conteúdo do material mostrou indícios de que o crime foi premeditado e cometido mediante emboscada.
Esse tipo de prova audiovisual segue como peça relevante para a instrução criminal por possibilitar a reconstrução de parte dos acontecimentos e demonstrar elementos que corroboram a versão investigativa.
Próximas fases do processo
A instrução e julgamento foi dividida em duas audiências. A próxima sessão foi marcada para 9 de julho, ocasião em que serão ouvidas as demais testemunhas. O objetivo das diligências é formar convicção sobre a necessidade de submeter o acusado a júri popular.
Até a última atualização, Cleber Rosa permanecia custodiado no Tribunal de Justiça de Goiás.
Perguntas frequentes (featured snippets)
O que ocorreu na audiência realizada em Caldas Novas?
Na audiência de quarta-feira (6), foram ouvidas testemunhas — familiares, delegados e outras pessoas próximas ao caso — em sessão presidida pela juíza Vaneska da Silva Baruki. A instrução durou cerca de sete horas devido à complexidade das provas e depoimentos.
O acusado confessou o crime e onde foi encontrado o corpo?
Sim. Cleber Rosa de Oliveira confessou o assassinato e indicou o local onde deixou o corpo de Daiane, que foi localizado em uma área de mata a aproximadamente 15 km de Caldas Novas. O laudo da Polícia Científica indicou que a vítima sofreu dois disparos na cabeça.
Qual é o próximo passo do processo?
A próxima audiência foi agendada para 9 de julho, quando outras testemunhas serão ouvidas para complementar a instrução. A fase visa decidir se o caso será levado a júri popular.
Análise jurídica objetiva
Com base nas informações constantes dos autos — confissão do acusado, laudo pericial e prova audiovisual — a instrução busca reunir elementos suficientes para a propositura ou ajuste da tese acusatória em eventual julgamento. A presença de prova pericial e de vídeo recuperado tende a ser valorizada no contexto probatório, mas a valoração final caberá ao juiz e, se houver, ao tribunal do júri.
Como escritório com atuação nacional e experiência em assessoria jurídica, ressaltamos que cada caso demanda análise pormenorizada dos autos. Não se pode presumir resultado com base em notícias: a segurança jurídica depende do trâmite regular do processo e da apreciação criteriosa das provas em juízo.
Elementos de confiança e experiência
Este texto considera informações oficialmente divulgadas sobre a audiência e os depoimentos. A Advocacia Juliana Morata, com mais de 10 anos de experiência no meio jurídico e atuação em todo o Brasil, acompanha processos civis e de natureza complexa com atenção à prova documental e pericial.
Conclusão
Em síntese, a audiência em Caldas Novas reuniu testemunhas e delegados para apurar os fatos envolvendo a morte da corretora Daiane Alves de Souza. O acusado confessou o crime, o corpo foi localizado em área de mata e a investigação conta com vídeo que aponta indícios de premeditação. A instrução continuará em 9 de julho, com novas oitivas que podem levar à decisão sobre o julgamento por júri.
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Fontes
corretora morta Caldas Novas audiência
